Comportamento de funcionários facilita instalação de spyware

O comportamento dos usuários de tecnologia no ambiente de trabalho,
onde eles acreditam estar mais protegidos, facilita a ação de piratas
virtuais que utilizam spyware. Este software espião pode, por exemplo,
roubar senhas bancárias das vítimas.
De acordo com a empresa de segurança Trend Micro, nas empresas os
usuários assumem um comportamento on-line mais arriscado. Isso porque
eles têm a quem recorrer, geralmente ao departamento de Tecnologia da
Informação, caso sua máquina apresente problemas.
Um estudo da companhia realizado nos EUA, Japão e Alemanha mostra
que, dos 1.200 funcionários entrevistados, 87% sabem da existência de
spyware. Apesar disso, 53% deles sentem a necessidade de receber
instruções para que possam entender, de fato, o que é esta ameaça.
As principais vítimas deste tipo de programa são as empresas de
pequeno e médio porte, nos EUA, por exemplo, 26% dos funcionários destas
companhias dizem já ter sido vítimas de spyware. O número cai para 21%
quando se refere aos usuários das grandes corporações.
Entre os funcionários que tiveram suas máquinas atacadas, 45%
souberam ter sido vítimas de spyware. "Isto revela uma distinção entre a
consciência dos usuários de que o spyware constitui uma ameaça e a
capacidade de identificar sua infiltração", diz o relatório da Trend
Micro.
Fonte:
Folha Online - Informática


EUA processam empresa por uso de software espião
Oficiais do governo norte-americano estão tentando fechar uma empresa
que, segundo eles, instala programas espiões no computador de
internautas, a companhia não tem autorização para isso.
Em um processo, a FTC (Federal Trade Commission, nome em inglês para
comissão federal de comércio) afirma que a Odysseus Marketing, do
empresário Walter Rines, enganou diversos usuários. Ele prometia um
software gratuito que escondia a identidade daqueles que trocam arquivos
via redes P2P (Peer-to-Peer).
O anúncio era falso e o software continha um programa espião, o
código, instalado secretamente, enviava informações sobre as vítimas à
Odysseus Marketing. Este tipo de problema está se tornando cada vez mais
freqüente e, por isso, os EUA pretendem reforçar as leis.
Segundo a FTC, a companhia teria usado um programa chamado Clientman,
que torna os computadores mais lentos, bombardeia os usuários com
pop-ups e os direciona a falsos sites de busca que mostram os clientes
da Odysseus.
Além disso, afirma a comissão, era impossível remover o spyware.
Rines teria se oferecido para remover o código, mas, além de não obter
sucesso, ainda instalou mais softwares nas máquinas infectadas.
As acusações dizem que o empresário optou por práticas "fraudulentas
e injustas", que violam as leis federais.
"O processo representa um grande passo, porque geralmente é difícil
identificar aqueles que instalam spyware", afirma Ari Schwartz, diretor
do Centro de Democracia e Tecnologia, um grupo que investiga o uso desse
tipo de código malicioso.
Fonte:
Folha Online - Informática


Site oferece crédito de celular, mas rouba senha bancária
A promessa é tentadora. Por e-mail ou pelo famoso site "Orkut", o
usuário recebe a oferta de colocar, de graça, créditos em seu celular
pré-pago, que, se comprados, custariam de R$ 10 a R$ 50. Basta baixar um
programa no computador.
Só que, baixando o "gerador de crédito", como ele é chamado, o usuário
instala um programa que pode roubar as senhas dos bancos e
retransmiti-las aos golpistas, que podem usar a conta do dono do
computador.
Um dos sites diz que oferece até "suporte on-line" e "atualização diária
entre operadoras de celulares". Ele informa que consegue créditos das
seguintes operadoras: Vivo, TIM, Oi, Claro, Telemig e Brasil Telecom. "O
programa foi desenvolvido por ex-funcionários das empresas que tinham
conhecimento da chave de criptografia responsável pela validação de
todos os números para a liberação dos créditos", explica ainda o site,
todas essas informações falsas são para que o usuário acredite que os
créditos aparecerão como "mágica" em seu celular.
Após ter baixado o programa pedido, o computador fica com um Spyware do
tipo keylogger em sua memória que monitora as teclas quando o usuário
entra em um site de um banco. Ao captar as senhas, as informações são
armazenadas em um arquivo que será enviado, depois, aos e-mails dos
golpistas.
Cuidados
A dica é desconfiar de qualquer programa enviado por e-mail ou que possa
ser baixado de algum site, ainda mais se, por trás do pedido para baixar
o arquivo, está uma promessa bem difícil de ser concretizada. O ideal é
ter um antivírus sempre atualizado em sua máquina e desconfiar do
programa mesmo que não seja detectado nenhum vírus.
Polícia
O Departamento de Crimes Eletrônicos da Polícia Civil de São Paulo
registra queixas sobre e-mails com vírus e golpes pela internet.
Já há registro de golpes aplicados prometendo crédito de celular e de
outras promessas ou informações. Ao abrir o e-mail, o internauta permite
que o vírus invada o seu computador.
Os assuntos variam. Houve e-mail que mandava cartão de congratulações,
que informava sobre o cadastro no SPC e que alertava sobre multa de
trânsito que o internauta teria recebido. Todos eram falsos, tentando
espalhar vírus e dar golpes.
Fonte:
Folha Online - Informática


Tecnologia VoIP está na mira dos piratas virtuais
Piratas virtuais devem se interessar cada vez mais por soluções VoIP
(voz sobre IP), segundo um relatório da empresa de segurança Symantec.
Nos próximos 18 meses, diz o documento, este tipo de ferramenta deverá
se consolidar como uma alternativa para internautas mal-intencionados.
Essa tecnologia permite que os internautas façam ligações via redes de
dados, a mesma utilizada por e-mails, por exemplo, reduzindo a conta de
telefone. O programa mais popular é o Skype, que atraiu cerca de 54
milhões de internautas em dois anos.
De acordo com a BBC, que divulga o estudo da Symantec, os piratas devem
utilizar as ligações via internet para aplicar golpes, roubando
informações dos usuários. Para isso, eles poderiam fazer ligações em
nome de instituições confiáveis, como bancos.
"Por enquanto, ainda há poucos ataques que utilizam essa ferramenta. No
entanto, achamos que é só uma questão de tempo para eles se
intensificarem", diz Ollie Whitehouse, técnico de segurança da empresa.
Fonte:
Folha Online - Informática


Depois do Orkut, piratas usam falso alerta da Microsoft para atacar
O Banker.abg tem se mostrado uma boa "ferramenta de trabalho" para
piratas virtuais brasileiros. Depois de usar o código malicioso para
roubar informações bancárias dos usuários do Orkut, essas pessoas
mal-intencionadas apostam em um falso alerta da Microsoft para atacar.
O acesso a dados sigilosos possibilitados pela praga permite, por
exemplo, a realização de transações financeiras sem o consentimento do
titular da conta bancária. A utilização do Banker.abg em fraudes
relacionadas ao Orkut e à Microsoft foi identificada pela empresa de
segurança Batori.
"O fato de as estratégias serem parecidas pode significar que a mesma
quadrilha seja responsável pelos dois tipos de ataque", diz Denny Roger,
diretor da companhia. "Isso mostra que as recentes
prisões efetuadas pela da Polícia Federal não intimidaram os
estelionatários virtuais."
O novo golpe, que utiliza o servidor de uma empresa sul-coreana, tem
como base a já conhecida técnica de phishing scam. A vítima em potencial
recebe um e-mail falso da Microsoft, alertando que sua máquina foi
infectada pelo W32.Bugbear.B@mm. Quando clica no link para removê-lo, o
usuário instala involuntariamente em seu micro o Banker.abg.
Segundo Roger, os piratas citam o Bugbear, e não o Banker.abg, para
amedrontar ainda mais os internautas e fazer com que eles baixem a falsa
atualização. O Bugbear é essencial para o sucesso da fraude, pois
tornou-se famoso ao causar grandes estragos em 2003, neste ano, foi
considerado o vírus mais ativo pela empresa de segurança Sophos.
O Banker.abg tem como principal objetivo roubar informações de acesso a
contas bancárias, por isso a importância de manter as atualizações de
programas de segurança em dia. A praga consegue identificar quando o
internauta entra em sites de instituições financeiras, e rouba os dados
digitados nessas páginas.
Fonte:
Folha Online - Informática


"Spyware do Orkut" rouba informações bancárias dos internautas
Piratas virtuais descobriram uma maneira de usar o site de
relacionamento Orkut para lucrar. Utilizando o nome da popular página,
pessoas mal-intencionadas conseguem instalar no micro das vítimas o
código malicioso Banker.abg, que rouba informações bancárias digitadas
no computador.
Com esses dados em mãos, é possível, por exemplo, realizar transações
financeiras sem o consentimento do titular da conta bancária. A
estratégia foi identificada nesta semana pela empresa de segurança
Batori.
Para aplicar o golpe, os piratas enviam e-mails em português dizendo que
os internautas devem fazer atualizações do Orkut, o objetivo, dizem, é
evitar problemas já tradicionais do site, como mensagens de erro.
Nesse e-mail há um link que leva o usuário para a página original do
Orkut. A novidade fica por conta de uma janela, sobreposta ao site, que
pergunta se o usuário quer fazer as atualizações. Quando aceita a
proposta, ele baixa involuntariamente em seu computador o Banker.abg.
A praga, já identificada em outros ataques, antes desse via Orkut, tem
como principal objetivo roubar informações de acesso a contas bancárias.
Ela identifica quando o internauta entra em sites de instituições
financeiras, e rouba os dados digitados nessas páginas. Entram aí
agência, conta e até a senha digitada no teclado virtual.
Alto risco
A estratégia recebeu alerta vermelho da Batori, pois é possível que
todos os membros do site vejam essa atualização como vantajosa, quem
nunca se deparou com mensagens de erro no Orkut? Além disso, o fato de a
página original ser exibida durante todo o tempo não desperta
desconfiança entre as vítimas em potencial.
"Os programadores mal-intencionados exploram uma brecha do site de
relacionamento para poder associar a página original à janela que tem a
proposta de atualização. Esta janela redireciona o internauta para outro
servidor, no qual o vírus está hospedado", afirma Denny Roger, diretor
da Batori.
Segundo o especialista, os piratas já completaram duas fases de seu
"trabalho": descobriram os e-mails das vítimas e espalharam o vírus pela
rede. O próximo passo, afirma, é acessar as contas bancárias desses
internautas e fazer transferências financeiras.
Aqueles que já foram vítimas do golpe, clicando "sim" para a proposta de
atualização, devem entrar em contato com seus bancos, para que as
instituições façam um atento monitoramento da conta. Os usuários também
devem manter seus antivírus atualizados, pois eles podem proteger as
máquinas contra ataques do Banker.abg.
Fonte:
Folha Online - Informática


Internautas mudam hábitos por medo de espionagem virtual
O medo de espionagem virtual, problema cada vez mais comum no
universo digital, faz com que internautas mudem seus hábitos on-line. A
informação foi divulgada pela Pew Internet and American Life Project,
que entrevistou 2.000 norte-americanos entre maio e junho.
Cerca de 81% deles dizem não abrir mais os anexos de e-mails, esses
usuários só acessam o conteúdo quando têm certeza que ele é seguro. Além
disso, 48% deixaram de visitar sites que podem instalar programas no
micro, mesmo sem o usuário saber.
O estudo também mostra que 25% dos internautas deixaram de baixar música
ou vídeo de redes P2P (peer-to-peer), enquanto 18% dos internautas
trocaram de navegador para evitar problemas de espionagem.
"As pessoas estão se sentindo menos livres para fazer o que querem no
universo virtual", afirma Susannah Fox, responsável pelo estudo.
O roubo de informações via internet acontece quando piratas virtuais
instalam no micro das vítimas programas conhecidos como spyware, isso é
feito quando a vítima abre anexos infectados ou visita sites maliciosos.
Esses códigos roubam as informações digitadas que podem, por exemplo,
ser utilizadas para transferências bancárias não-autorizadas.
Fonte:
Folha Online - Informática


Defenda-se dos sites que espionam o seu computador
Como se já não bastassem os vírus e outras pragas que o internauta
recebe diariamente por e-mail ou quando navega pela web, há duas
recentes categorias de ameaças aos computadores, os adwares e os
spywares. "Hoje em dia, [esse tipo de praga] é muito comum e dificulta a
vida do usuário", diz Patrícia Ammirabile, coordenadora do laboratório
de vírus da McAfee do Brasil.
Esses programas ficam instalados na máquina, muitas vezes sem que o
próprio dono do PC saiba disso, e ficam enviando dados do computador
para uma empresa ou, muito pior, para um hacker interessado em roubar
dados do usuário. "São aplicações indesejadas que atuam na máquina do
usuário como um espião coletando informações", afirma a coordenadora da
McAfee.
Segundo Ammirabile, "esses aplicativos podem chegar via e-mail, mas
também estão embutidos na instalação de programas gratuitos",
principalmente os de compartilhamento de arquivos [ou P2P, de
peer-to-peer, em inglês], como o Kazaa, Morpheus e Bearshare.
Apesar de ficarem escondidos no computador, há uma diferença importante
entre os dois tipos de programa. O adware, geralmente, fica monitorando
a navegação do usuário e lança janelas com anúncio de tempos em tempos.
"Eles não roubam necessariamente as informações do usuário e são menos
críticos."
Já o spyware coleta dados e pode prejudicar o internauta de diversas
maneiras. Ammirabile explica que "a maioria dos spywares é maliciosa,
pois abrem brechas, facilitando ataques de hackers ou a entrada de algum
vírus no sistema".
Precauções
A coordenadora do laboratório de vírus da McAfee explica que a detecção
deste tipo de ameaça é mais difícil. "Quando o usuário baixa um programa
pela internet, ele também faz o download desses programas e os instala
sem saber." A recomendação, nesse caso, é tentar se certificar se o
programa traz um adware ou spyware antes de instalá-lo. Na dúvida, diz
Ammirabile, "o melhor é não instalar".
Se mesmo assim a instalação for inevitável, o usuário pode lançar alguns
recursos para se proteger. Um deles é a utilização de um firewall,
programa que monitora o tráfego de dados no micro do computador e tenta
bloquear atividades suspeitas. "Ele pode bloquear a saída de informações
do computador", diz a especialista. "Além disso, ele fica mais protegido
em relação ao acesso à web."
O uso de programas criados especialmente para detectar essas pragas é
outra solução. Um desses programas é o Ad-Aware, desenvolvido pela
empresa alemã Lavasoft, e que já tem versão em português (1,7 MB, em
www.lavasoft.de/portuguese/support/download/). Com poucos cliques, o
software varre o computador para identificar traços de programas
indesejados e oferece a possibilidade de remover os aplicativos
permanentemente.
O Bazooka Adware and Spyware Scanner (1,1 MB, grátis, em
http://www.kephyr.com/spywarescanner/supportus.phtml) funciona de
maneira semelhante ao Ad-Aware. Ele também procura por ameaças no micro,
mas a diferença é que a remoção dos aplicativos maliciosos não é
automática, o usuário precisa baixar as instruções para remover os
programas.
Para quem quer manter o micro a salvo desse tipo de ameaça virtual, há
também o SpywareBlaster (2,16 MB, grátis, em
http://www.javacoolsoftware.com/sbdownload.html). Ao contrário dos
outros programas, que removem os aplicativos indesejados, o Spyware
Blaster impede que os programas sejam instalados no computador, de forma
semelhante aos programas antivírus.
Fonte:
Folha Online - Informática


Internautas mudam hábitos por medo de espionagem virtual
O medo de espionagem virtual, problema cada vez mais comum no
universo digital, faz com que internautas mudem seus hábitos on-line. A
informação foi divulgada pela Pew Internet and American Life Project,
que entrevistou 2.000 norte-americanos entre maio e junho.
Cerca de 81% deles dizem não abrir mais os anexos de e-mails, esses
usuários só acessam o conteúdo quando têm certeza que ele é seguro. Além
disso, 48% deixaram de visitar sites que podem instalar programas no
micro, mesmo sem o usuário saber.
O estudo também mostra que 25% dos internautas deixaram de baixar
música ou vídeo de redes P2P (peer-to-peer), enquanto 18% dos
internautas trocaram de navegador para evitar problemas de espionagem.
"As pessoas estão se sentindo menos livres para fazer o que querem no
universo virtual", afirma Susannah Fox, responsável pelo estudo.
O roubo de informações via internet acontece quando piratas virtuais
instalam no micro das vítimas programas conhecidos como spyware, isso é
feito quando a vítima abre anexos infectados ou visita sites maliciosos.
Esses códigos roubam as informações digitadas que podem, por exemplo,
ser utilizadas para transferências bancárias não-autorizadas.
Fonte:
Folha Online - Informática


PCs têm em média 26 spywares instalados
Cada computador com acesso à internet tem, em média, 26 spywares
(programas que podem roubar informações do usuário ou exibir anúncios na
tela do micro) instalados, de acordo com um estudo do EarthLink,
provedor de acesso à web norte-americano.
O estudo, feito em conjunto com a empresa de segurança Webroot,
vasculhou os PCs de mais de 3 milhões de usuários entre janeiro e
setembro de 2004. A pesquisa descobriu que 83 milhões de spywares
estavam instalados nos computadores.
Muitos spywares são instalados sem o conhecimento dos internautas:
uma vez nas máquinas, eles monitoram os hábitos de navegação dos
usuários. Geralmente, eles chegam embutidos em aplicativos de troca de
arquivos. A pior parte é que eles são difíceis de remover e fazem os PCs
funcionarem mais devagar e até mesmo travar.
Além de prejudicar o desempenho dos computadores, os spyware podem
ser usados para roubar senhas e informações pessoais dos internautas. Os
dados roubados servem para esquemas fraudulentos de criminosos digitais.
"O spyware continua sendo um sério problema para os usuários. A parte
boa é que os internautas estão conscientes desse problema", disse David
Moll, diretor executivo da Webroot.
Fonte:
Folha Online - Informática
